31 de outubro de 2012

Lançamento: livro MIL FACES


RITA EMÍLIA MÁXIMO DE ALMEIDA


Natural de Jacareí, uma cidade pequena do Estado de São Paulo.

Professora com graduação em Pedagogia, dedicou-se durante trinta anos ao magistério, atuando como Professora, Coordenadora do Ensino e Diretora de Escola.

Aposentando-se em 1984, tornou-se autodidata em literatura, pelo seu amor à leitura e pelo gosto da palavra escrita. Gosta de escrever desde sua mocidade, especialmente crônicas.

Teve seus trabalhos publicados em tres Antologias, e publica agora o livro MIL FACES pela Editora Delicatta.

Rita Emília é membro da Academia Jacarehyense de Letras, ocupando a cadeira de número 10 cujo Patrono é Roberto Donizeti de Souza.



"É variável de um autor para outro o conceito de crônica, gênero literário tipicamente brasileiro, que engloba páginas de memórias, lembranças de infância, flagrantes do cotidiano, comentários metafísicos, considerações literárias, poemas em prosa, reflexões...

Escrever é colocar a alma para fora, é descobrir-se no mais profundo do próprio ser. O pensamento fluindo ao sabor das idéias, na maior parte das vezes, ao sabor dos sonhos.

Gosto de descrever o pôr do sol, lindo, da minha janela. É possível descrever a alegria de uma criança. O brilho de seus olhos, o agitar de suas mãozinhas, aflitas, no acompanhar a alegria do brinquedo novo. A beleza de ser avó. A descrição, a narrativa, a reflexão, a discussão, desenrolam-se na crônica. Através dela quero fazer um retrato do que vejo no meu dia-a-dia.

Ao meditar sobre nossa condição humana, ainda aprendizes da vida, sinto necessidade de narrar atrocidades cometidas. Nas tardes de preguiça, é a alegria de ler para os netos, a narrativa da mãe gata brincando com o novelo de lã, que eu digo, rindo :- É a lã do meu tricô. Narrativa brincando de conto.

Em noites insones o humor de Luiz Fernando Veríssimo ajuda a amanhecer. Torno-me lírica no lirismo de Lygia (*Fagundes Teles) ou de Dalton (*Trevisan). Sou capaz de me impenhar numa dissertação para debater comigo mesma teorias das quais eu mesma duvido. Ou desconheço. Tento fazer poesia em prosa nas crônicas de reflexão e humor, nas humoristas. Outras vezes, narrar e descrever ao mesmo tempo. Confesso que não me atrevo a enfrentar crônicas metafísicas.

Dessa forma caminho pelos vários tipos de crônicas. As Mil Faces da crônica vivem dentro de mim, daí o título que dei ao livro que publico nesse cair de tarde da vida.
                                                                                     _ Rita Emília _


"Leitura fascinante e imperdível. CONFIRAM!!" - Sandra Hasmann

29 de outubro de 2012

Jacareí - Quotidiano & sociedade de 1840 a 1870

 
O estudo dos grandes feitos ou a narração do ápice de uma decisão histórica omite sempre os coadjuvantes  desses mesmos fatos. Uma análise mais minusciosa iria encontrar na planície pos membros de uma slociedade  que, no anonimato, formam o pano de fundo dos grandes acontecimentos e sem os quais não haveria, certamente, o fato principal.
 
Nesse campo, a historiadora Aana Luiza do Patrocínio teve a capacidade de perceber e apreender da forma mais profunda esses habitantes sem nome e sem rosto.
 
Jacareí: Quotidiano & Sociedade, de 1840 a 1870 é uma boa leitura que não pode tardar mais.
 
(Benedito Sergio Lencioni - Presidente da Academia Jacarehyense de Letras)
 
 
 

A autora, ANA LUIZA DO PATRCÍNIO, é Bacharel e Licenciada em História  pela Universidade do Vale do paraíba (UNIVAP), com Mestrado em Historia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Foi colaboradora da Revista  Histórica do Arquivo do Estado de São Paulo (AESP) e atualmente escreve, eventualmente, para e revista História Viva da Editora Duetto.

É pesquisadora há mais de dez anos e estudiosa da Primeira e Segunda Guerras mundiais.

Membro da Academia Jacarehyense de letras, ocupa a cadeira de número 27, tendo como patrono Antônio Gomes de Azevedo Sampaio.


28 de outubro de 2012



Carta de Einstein sobre Deus é vendida por US$ 3 milhões em leilão online                                  (FONTE: http://hypescience.com/carta-de-einstein-sobre-deus-e-leiloada-no-ebay/)


“Estamos excitados por oferecer a uma pessoa ou organização a oportunidade de possuir um dos documentos mais intrigantes do século 20″, disse Eric Gazin, presidente da Auction House (agência que está cuidando da venda), em entrevista ao LiveScience. “Esta carta pessoal de Einstein representa um nexo entre ciência, teologia, razão e cultura”.Um ano antes de morrer, o célebre físico Albert Einstein escreveu, em 3 de janeiro de 1954, uma carta ao filósofo judeu Eric B. Gutkind, expressando sua visão sobre o povo judeu, as religiões e a existência de Deus. O documento foi leiloado no eBay de 8 a 18 de outubro, e foi vendida por US$ 3 milhões (mais de R$ 6 milhões).
A carta só recebeu dois lances. O comprador permaneceu anônimo.
Gazin tinha dito que o preço da carta poderia triplicar com a venda. O antigo dono do documento, também não identificado, adquiriu a “carta sobre Deus” em 2008, num leilão em Londres (Inglaterra), por 404 mil dólares (cerca de R$ 808 mil), valor 25 vezes maior do que o inicial estimado.
O documento ficou guardado em um ambiente com luz, umidade e temperatura controlados para garantir sua integridade. Sua legitimidade não é questionada, e a carta foi vendida ainda em seu envelope original, com um carimbo e um selo de Princeton, Nova Jersey (EUA).

Einstein x Deus e as religiões

A carta era uma resposta do físico ao livro de Gutkind “Choose Life: The Biblical Call to Revolt” (“Escolha a Vida: A Chamada Bíblica à Revolta”), no qual o filósofo sustentava a ideia de que os judeus eram um povo de “alma incorruptível”. “A alma do povo judeu nunca foi uma alma de massas. A alma de Israel não poderia ser hipnotizada; nunca sucumbiu a ataques hipnóticos (…). A alma de Israel é incorruptível”, escreveu.
Einstein não concordava: “Para mim, a religião judaica é, da mesma forma que todas as outras, uma incarnação das superstições mais infantis. E o povo judeu, ao qual eu pertenço com boa vontade, e que tem uma mentalidade com a qual tenho uma afinidade profunda, não tem, para mim, uma qualidade que o difere de qualquer outro povo. Até onde minha experiência vai, ele também não é melhor que outros grupos humanos, embora esteja protegido dos piores cânceres por falta de poder. Fora isso, não consigo ver nada de ‘escolhido’ sobre ele”.
No final de sua vida, Einstein se mostrou contrário às religiões. Mas ele acreditava em Deus? Não exatamente, como se lê em uma carta escrita em 24 de março daquele mesmo ano: “Foi, é claro, uma mentira o que você leu sobre minhas convicções religiosas, uma mentira que foi repetida de forma sistemática. Eu não acredito em um Deus pessoal, nunca neguei isso, mas expressei de forma clara. Se algo em mim pode ser chamado de religioso, é minha ilimitada admiração pela estrutura do mundo que nossa ciência é capaz de revelar”.
Na carta a Gutkind, Einstein disse que a palavra “Deus” nada mais era do que “a expressão e produto da fraqueza humana, e a Bíblia, uma coleção de honoráveis, porém primitivas lendas que eram no entanto bastante infantis”.

Os souvenirs de Einstein

Em março deste ano, uma grande coleção de documentos pessoais e científicos do físico foi disponibilizada online, graças a um esforço conjunto da Albert Einstein Archives (da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel) e do Einstein Papers Project (do Instituto de Tecnologia da Califórnia, EUA). Entre os arquivos, está um dos três manuscritos originais contendo a famosa equação E = mc².

12 de outubro de 2012

DIA DA CRIANÇA

Mauricio de Sousa

Não há como pensar em DIA DA CRIANÇA sem lembrar de Maurício de Souza...

Mauricio de Sousa nasceu numa cidade no interior de São Paulo, Santa Isabel.

Lia bastante, quando criança, as histórias do Spirit, de Will Eisner, de onde tirou a inspiração para escrever histórias em quadrinhos.

Aos 12 anos criou seu primeiro personagem, o Capitão Picolé, muito parecido com o atual dinossaurinho verde Horácio, porém sem cores e com uma capa.

Aos 18 fazia miniestórias e entregava para os colegas da escola, onde esses colegas eram os próprios personagens.

Em 1959, Mauricio teve sua grande oportunidade quando o caderno de variedades da “Folha da Manhã” encomendou ao desenhista uma tira semanal. Inspirado por sua infância, Mauricio desenvolveu um tema simples, com pequenas situações envolvendo um menino e seu cachorro. O cachorro foi baseado em Cuíca, um pequeno Schnauzer que Mauricio teve quando garoto. Já o dono do cachorro tinha um pouco do próprio autor e também características de um dos sobrinhos de Mauricio. Era a primeira vez que ele usava um parente como inspiração, prática que se tornaria comum nos anos seguintes. Ao contrário de outras tiras, as histórias eram na vertical e não apresentavam textos. 

Tanto a tira quanto seus personagens não tinham sequer um nome, situação que se estendeu por meses, até Mauricio fazer uma enquete com seus companheiros de jornal. O cãozinho foi chamado de Bidu e o garoto de Franjinha. Bidu, a princípio, era branco (já que a tira era em preto e branco) e só quando veio sua revista, que durou apenas oito números, ganhou sua famosa pelagem azul.

Bidu ganhou revista própria em 1960, pela editora Continental, editada por Jayme Cortez. Mas Mauricio teve que abandonar o projeto porque fazia tudo sozinho e ainda trabalhava como repórter. 

Em 1963, Mauricio participou ativamente da criação do suplemento infantil “Folhinha de S. Paulo”, e dois anos depois lançou pela F.T.D. alguns livros infantis com personagens como Astronauta e Piteco. Nessa época, o autor tinha um pequeno estúdio em Mogi das Cruzes: o Bidulandia Serv. de Imprensa. Mas o pequeno estúdio não dava conta do trabalho, que crescia cada vez mais. Para dar conta das futuras demandas, o desenhista criou uma distribuidora, a Mauricio de Sousa Produções, em janeiro de 1966. Quando Mauricio voltou às bancas, em 1970, pela Editora Abril, já estava preparado. Ele já tinha montado uma equipe para ajudá-lo. E com a inclusão de outros roteiristas, desenhistas e arte-finalistas, o estilo dos primeiros números e das velhas tiras de jornal começou a mudar. 

Personagens criados por Mauricio de Sousa (113)

Mônica  n° 31 - AbrilTurma da Mônica Coleção Histórica - Cebolinha  n° 16 - PaniniBidu 1 (Fac-Símile)  n° 1 - Panini

  • Alvinho (Olimpo)
  • Aninha
  • Anjinho
  • Astronauta (Pereira )
  • Bernardão
  • Bidu
  • Boa Bola
  • Bolota
  • Cafuné
  • Capitão Feio
  • Capitão Picolé
  • Carminha Frufru
  • Cascão (Cascão Alvo Araújo)
  • Cebolinha (Cebola Menezes Cebolácio)
  • Chico Bento
  • Coelho Amadeu
  • Coelho Caolho
  • Cranicola
  • Diabão
  • Ditão
  • do Contra
  • Dona Cebola
  • Dona Coelha
  • Dona Cotinha (Mãe do Chico Bento)
  • Dona Elza (Mãe do Franjinha)
  • Dona Marocas
  • Dona Morte
  • Dona Pedra
  • Dorinha
  • Doutor Frankstóim
  • Doutor Olimpo
  • Dudu
  • Flávio
  • Floquinho
  • Franjinha
  • Frank
  • Giserda, A Galinha (Giselda )
  • Hiro
  • Horácio
  • Humberto
  • Jeremias
  • Jotalhão
  • Lobi (Lupi )
  • Luca
  • Luís Caxeiro
  • Magali
  • Manezinho
  • Mano (Marcio de Sousa)
  • Maria Cascuda
  • Maria Cebolinha
  • Marina
  • Massaro
  • Mico Lino
  • Mingão
  • Mingau
  • Monão
  • Mônica (Mônica Sousa)
  • Monicão
  • Muminho
  • Nhô Bento (Pai do Chico Bento) (José Bento)
  • Nhô Lau
  • Nico Demo
  • Nimbus
  • Niquinho
  • Ogra
  • Pajé
  • Papa-Capim
  • Papãozinho
  • Pedrosa
  • Penadinho
  • Pipa
  • Piteco
  • Primo (Zeca Bento)
  • Raposão
  • Rei Leonino
  • Rita Najura
  • Ritinha
  • Rolo
  • Rosinha
  • Sansão, O Coelhinho de Pelúcia
  • Sereia do Rio
  • Seu Cebola
  • Seu Juca
  • Sousa
  • Tarugo
  • Tecodonte
  • Teveluisão
  • Thuga
  • Tico, O Menino de Borracha
  • Tina
  • Tio Glunc
  • Tio Tenório
  • Titi
  • Toneco
  • Turma da Mata
  • Turma da Mônica
  • Turma da Tina
  • Turma do Bidu
  • Turma do Chico Bento
  • Turma do Penadinho
  • Turma do Piteco
  • Vartolo
  • Vovoca
  • Xaveco
  • Zé Caveira
  • Zé Cremadinho
  • Zé da Roça
  • Zé Lelé
  • Zé Luís
  • Zé Munheca
  • Zé Vampir
  • Zecão
  • Zum e Bum


  • (FONTE: http://www.guiadosquadrinhos.com/artistabio.aspx?cod_art=1172 )

    27 de setembro de 2012


                            "Elas pintam...Elas pensam!"
     Na  revista  CARAS
    Amigos, olhem só eu toda "pirlimpimposa" na revista CARAS, com as colegas que participaram comigo do livro "ELAS PINTAM... ELAS PENSAM"!!! 

    ÊBAAAA!!!!! Trés chic!!!! Confiram na revista CARAS, edição 986... (mesmo de salto, sou a mais baixinha. Aff!!Rs*)

    Bjs

    Sandra

    24 de setembro de 2012


    O jogo do anjo (Carlos Ruiz Zafón)

    “A pessoa que a gente pensa que vê nada mais é que um personagem oco, e a verdade se esconde sempre na ficção”.
    Até que ponto ficção e realidade podem confundir-se na vida de um autor? Essa pergunta sempre me intrigou de certa forma. Jorge Amado costumava dizer que “um escritor de verdade é aquele que escreve sobre o que viveu”, e de fato muitos escrevem sobre suas próprias cidades e transmitem a seus personagens traços de sua personalidade. Mas também há aqueles que se sacrificam, ou não, por sua obra. James Ellroy já admitiu que não tem celular e televisão para manter vivo a Los Angeles descrita em seus livros, e eu confesso que gostaria de saber o que outros escritores seriam capazes de fazer para dar mais realidade às suas obras.
    Essa confusão entre ficção e realidade é vivida por David Martín, protagonista do livro O jogo do anjo, escrito por Carlos Ruiz Zafón e publicado pela Suma de Letras. Ele é um escritor fracassado, cujos únicos sucessos foram alcançados com pseudônimos ou então como um ghost writeranônimo do amigo Pedro Vidal. A vida do autor muda a partir do encontro com um estranho editor chamado Andreas Corelli, que lhe paga adiantado uma alta quantia em dinheiro pela encomenda de um livro de caráter religioso. Tal fato transforma a vida de Martín, e o coloca em uma rede de intrigas e mistérios desenfreados que o levam a um jogo perigoso e envolvente.
    O ponto de partida é a casa onde ele mora, um antigo casarão repleto de mistérios dos antigos moradores: Diego Malarsca e Irene Sabino. A curiosidade de David é aguçada quando ele lê o livro de Diego, de teor muito similar ao que ele próprio está escrevendo. As similaridades entre a vida de ambos vão aumentando conforme ele descobre mais aspectos da morte do antigo morador, e que de alguma forma repetem-se em sua própria vida e vão enlouquecendo-no.
    Não é novidade a maestria que Zafón tem para criar histórias de mistério e conduzir o leitor de maneira alucinante pela narrativa, fato marcante nesta obra que faz parte da tetralogia que contém ainda os livros A sombra do vento e O prisioneiro do céu – já publicados. Mesmo sem seguir uma cronologia, o que permite que eles sejam lidos separadamente, alguns cenários e personagens reaparecem neste livro, remetendo as outras duas obras. Assim encontramos a livraria dos Sempere, o Cemitério dos livros esquecidos e a hostil Barcelona do começo do século XX.
    Além do mistério, há também amizades cativantes e uma história de amor proibido. Curiosamente esses mesmos dois aspectos também aparecem em A sombra do vento, na relação entre Daniel e Fermín e no amor entre Daniel e Bea. Em O jogo do anjo a amizade dá-se entre David e Isabella, o que rende ótimos diálogos irônicos e deliciosos entre os dois personagens. No campo amoroso, David e Cristina vivem um romance proibido, já que ela está casada com um amigo do protagonista.
    Apesar das similaridades, é a finalização que marca a diferença, não apenas no desfecho da amizade entre David e Isabella e do amor entre ele e Cristina – que são chocantes -, mas no encerramento do romance. Fato esse que gera certa estranheza de alguns fãs do escritor, exatamente por criar muitas interpretações ao invés de um final único e imutável.
    Particularmente eu gostei da finalização da trama, que cria a dúvida e gera muitas discussões por parte dos leitores que tentam entender se de fato o que aconteceu com David Martín foi fruto de uma alucinação ou sua própria ficção que se confundiu com a realidade. Óbvio que nem todos os “zafonadictos” – fãs de Zafón – ficaram satisfeitos, e alguns criaram sua própria lógica para o final, o que não deixa de ser curioso.
    Confesso que essa multipolaridade do final ganhou pontos comigo. Durante a leitura do romance é inevitável não ficar preso à maestria narrativa de Zafón, mas em muitos aspectos o livro lembrava muito A sombra do vento, e a falta de novidades começou a soar-me cansativo. As mudanças foram bem-vindas, mostram um Zafón menos tímido, mais mórbido e ousado. Pena que tais aspectos não se repetiram em O prisioneiro do céu, mas esperamos que o melhor do escritor ainda esteja por vir na obra que conclua a tetralogia.
    O jogo do anjo
    Autor: Carlos Ruiz Zafón
    Tradutora: Eliana Aguiar

    17 de setembro de 2012

    Johann Wolfgang von Goethe

    Goethe!

    Ontem assisti o filme que conta a história do famoso escritor alemão Goethe e simplesmente adorei! Com belíssima fotografia, o filme retrata de forma magistral as cidades alemãs de Frankfurt, Leipzig, Wetzlar e arredores, em meados do seculo 18, e mostra a fase mais marcante e crucial da carreira desse escritor, cuja importante obra  é admirada e exerce grande influencia  na Literatura, no Cinema e no teatro até os dias de hoje. Vale a pena ver...!

    O jovem Johann Wolfgang von Goethe viveu o início de sua carreira sob influência direta do pai, que o obrigou a iniciar os estudos na Faculdade de Direito de Leipzig em 1765 e, posteriormente, a se mudar para Wetzlar para trabalhar na sede da corte da justiça imperial. Viagem que mudaria sua vida, pois Goethe acaba se apaixonando por Lotte (Charlotte Buff), noiva de seu colega Johann Christian Kestner. O caso de amor entre eles gerou tamanho escândalo que Goethe se viu forçado a sair de Wetzlar. Cerca de um ano e meio após o ocorrido, precisamente em 1774, Goethe publica Die Leiden des Jungen Werther (Os Sofrimentos do Jovem Werther), obra que o lançaria para fama como escritor, além de se tornar responsável por uma onda de suicídios na Europa, devido a profundidade dos sentimentos nas palavras de Goethe. 
    O filme é dirigido por Philipp Stölzl, que co-roteirizou o longa ao lado de Alexander Dydyna e Christoph Müller. Alexander Fehling (Bastardos Inglórios) interpreta Johann Wolfgang Goethe, Miriam Stein interpreta Lotte Buff e Moritz Bleibtreu (O Grupo Baader Meinhof) interpreta Albert Kestner.


    26 de agosto de 2012

    Antoine de Saint-Exupèry como aviador

    Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry filho do conde e condessa de Foscolombe (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944) foi escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.

    Suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.
    Destaca-se O pequeno príncipe (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de grande sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos.

    Dizem que pousava no Brasil quando abastecia seu avião, parece ter estado em Recife-PE e na Ilha de Florianópolis-SC

    Algumas das muitas frases do célebre escritor:

    “Se tu choras por ter perdido o sol, as lágrimas
    te impedirâo de ver as estrelas.”
    “O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.”

    “Os homens compram tudo pronto nas lojas... Mas como não há lojas de amigos, os homens não têm amigos.”

    “A grandeza de uma profissão é talvez, antes de tudo, unir os homens: não há senão um verdadeiro luxo e esse é o das relações humanas.”

    "O essencial é invisível aos olhos;
    só se pode ver bem com o coração!"
    “O que nos salva é dar um passo e outro ainda.”

    “Há vitórias que exaltam, outras que corrompem; derrotas que matam, outras que despertam.”

    “É o mesmo sol que derrete a cera e seca a argila.”

    “Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.”

    “Só conheço uma liberdade, e essa é a liberdade do pensamento.”

    "É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar"

    “Viva o hoje, pois o ontem já se foi e
    o amanhã talvez não venha.”


    “As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas...”

    “Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral.”

    “Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.”

    “Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz.”

    “O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.”
    
    “Foi o tempo que perdeste com tua rosa
    que fez tua rosa tão importante.”
    
    “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

    “Eu não preciso de ti.Tu não precisas de mim.
    Mas, se tu me cativares, e se eu te cativar...ambos precisaremos, um do outro”
    _____ *** _____
    (FONTE: http://magiadailha.blogspot.com.br/2009/07/antoine-de-saint-exupery.html)

    3 de agosto de 2012



     CONCURSO TROFÉU JACARÉ
                     
                                  ACADEMIA  JACAREHYENSE  DE  LETRAS

    REGULAMENTO DO CONCURSO 2012:

    1.            O concurso pretende estimular a criatividade e a desenvoltura na arte de escrever em prosa e versos, bem como dar oportunidade às pessoas que desejem mostrar seus talentos literários. Para maior interatividade entre a Academia Jacarehyense de Letras e os munícipes de Jacareí, este concurso encerra dentre as pessoas aqui residentes.

    2.            Concorrerão trabalhos das seguintes categorias: poesias de qualquer modalidade, contos e crônicas. Cada autor poderá concorrer com até três trabalhos em cada categoria.

    3.            Os trabalhos classificados do 1º ao 3º lugar serão premiados com o Troféu Jacaré; os classificados do 4º ao 10º lugar receberão medalhas Honra ao Mérito.

    4.            Cada autor não terá mais que um trabalho classificado em cada categoria. A classificação dos trabalhos será feita por três pessoas especializadas em cada categoria. Por se tratar de concurso popular e entre amadores, não serão aceitos pedidos de revisão quanto à classificação.

    5.            Os autores cederão a posse e direitos autorais à Academia Jacarehyense de Letras, que poderá fazer uso para fins educativos, literários ou outros sem fins lucrativos.

    6.            Os trabalhos classificados do 1º ao 10º lugar em cada gênero irão compor o livro Coletânea do Troféu Jacaré 2012. Cada autor receberá um exemplar desse livro. Outros exemplares poderão ser adquiridos a preço de custo.



    7.            Para formatação dos trabalhos usar folha A4, fundo branco, sem margens e sem numeração de páginas, fonte Árial tamanho 12, incluindo título da obra e pseudônimo do autor.

    8.            Anexo, em página separada, folha A4, o autor deverá enviar (necessário) sua identificação com:

    9.             Pseudônimo, nome completo,

    10.          Número do RG.

    11.          Idade

    12.          Endereço com CEP.

    13.         .Número do telefone

    14.          Endereço de e-mail

    15.          Escolaridade e gênero de cada obra que está enviando para o concurso.

    16.         Trabalhos não pertinentes ao gênero literário ao qual o concurso propõe ou de conteúdo impróprio para o mesmo serão sumariamente desclassificados.

    17.           As inscrições serão consideradas quando cumprirem o regulamento do concurso e forem confirmadas pelo nosso e-mail de agradecimento.

    18.         Data de encerramento das inscrições:  15 /09/2012

    19.         Premiação e local: Serão previamente comunicados

    20.         Endereços de e-mail para o envio de trabalhos: